Guardiã do Tempo
Entre dois seios é onde tu deslizas,
Gotejando os segundos, grão a grão.
Escorres por meus dedos: que ilusão!
Pois ris de mim enquanto me ironizas....
No cárcere de vidro te eternizas,
Enquanto a vida segue em contramão.
E eu, cega, crendo ter-te em minha mão,
Vejo que a luz vital já se ameniza.
Assim, qual mágico, sempre me iludes
E a julgar, ao prender-te na ampulheta,
Tu sempre foges qual água corrente.
Quando te penso eterno, és finitude,
Vagando em linhas da alma inquieta,
Perdida em sonhos vãos, inconsequentes.
Sonya Azevedo

Un bello soneto que disfrute con su lectura.
ResponderExcluirSaludos.
coucou super billet beau poème, je te souhaite une bonne fin de semaine un bon Vendredi un bon weekend a lundi ,bises
ResponderExcluirSoneto de encantamento amoroso, de que muito gostei.
ResponderExcluirBom fim de semana.
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
Muito lindo poema! Gostei de ler!
ResponderExcluirbeijos, chica
Muito lindo!
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