O carmesim que tinta
O chão ferido
deste verde,
É mácula
Que lacera a
Ferida dos dias....
São tempos parados
Não vividos
De gritos escondidos
Na beira dos rios.
São olhos de peixe
Apodrecidos
Na lama
Da algazarra
Do planalto
Que lambe
O dulçor da perdição.
São versos proibidos
No silêncio
Das ramas
Dos gorjeios das aves.
São asas podadas
Do vento
Que secam
Esperanças
Com o sal do pranto!

Me ha gustado como has mezclado en este bonito poema dos colores que contrastan tanto reflejados en cualquier soporte.
ResponderExcluirSaludos.
BOM GOSTO ...
ResponderExcluirOlá, Sonya
ResponderExcluirBelo poema!
Nele viajamos por esses tempos parados,
que tanto ferem a vida.
Beijos
Olinda
Sonya um lindo e maravilhoso poema que você trouxe pra nós, feliz quinta-feira bjs.
ResponderExcluirOlá, amiga Sonya!
ResponderExcluirBelíssimo poema, que nos leva a viajar nas asas da imaginação.
Gostei bastante.
Deixo os votos de um feliz fim de semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Boa noite, amiga Sonya.
ResponderExcluirPassando por aqui, relendo este lindo poema que muito gostei, e para desejar uma feliz semana com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Um grande poema.
ResponderExcluirParabéns pela excelência poética das suas palavras.
Tenha uma ótima semana.
Um beijo.
Sonya passando pra desejar uma feliz quinta-feira bjs.
ResponderExcluir